quarta-feira, 28 de julho de 2010

FELICIDADE

Onde mora a felicidade? No presente, no mergulho interior, no encontro com seu verdadeiro eu, que não pode ser confundido com os sentidos, as ideias e as emoções. Não podemos explicá-lo por palavras, mas contemplá- lo no silêncio da meditação.

Pequenas alegrias nos levam até lá? Não, pois as emoções são passageiras. Elas estão presas à experiência sensorial, que pode ser muito positiva, mas sempre acaba. E, quando isso acontece, pulamos para o ponto oposto da balança: sentimos falta, carência, solidão, sofrimento. Mas, se você entra no campo de observação, se aprende a manter a mente no presente, sem se apegar demais às experiências positivas e negativas, deixa de querer controlar tudo. Vive simplesmente, sem julgar tanto o que sente. Isso evita as oscilações.


A felicidade é quente ou fria? Com o que ela se parece? Ao usar os sentidos para tentar decifrá-la, cada um poderá interpretá-la à sua maneira, achar que ela é de veludo azul, por exemplo. Para mim, a felicidade é perceber a dádiva de ser quem sou e estar onde estou e também que existe um milagre inerente à vida. É só prestar atenção.

Texto Déborah de Paula Souza e Melissa Diniz Coordenação e edição online Gabriella Galvão Edição online Amanda Figueiredo Analista Danilo Rodrigues Programação Reginaldo Lima

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